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    • EM MEMÓRIA DE Goodattack/Goodspeed       1- O INÍCIO EM LANGASARD Magia sempre foi algo que me encantou: poder… poder manipular a natureza, moldar, construir e destruir… tão misterioso e fascinante. Por isso, decidi estudar e me dedicar às artes arcanas, mas claro, com o incentivo de um amigo, um grande e experiente patrulheiro chamado Facundes, das vistosas florestas de Melvendil, o qual me apresentou criaturas fantásticas… Também foi quem me apresentou Iserlnort pela primeira vez; levou-me em uma excursão até o que os aventureiros chamavam de caverna PvP. Eu não me atrevia a entrar em uma briga, mas ver todos aqueles guerreiros se acabando na porrada era bem empolgante: magos, ladinos, paladinos, entre outros. Não via a hora de chegar naquele patamar… Voltando para Langasard, dediquei-me duro nos estudos da magia. Eu me tornei um mago, mas não era diferente de qualquer outro mago que vagava por Langasard — diga-se de passagem, a escola de magia de Altgard é de primeira linha —, consegui desenvolver bem minhas habilidades e estava na média. Decidi então embarcar em uma jornada por Arinar em busca de me tornar o Mago entre os magos… Pouca comida, dinheiro menos ainda, mas uma convicção… alcançar o topo.   2- RUMO ÀS COSTAS CINZENTAS Após algumas semanas passando por toda Langasard, finalmente consegui partir rumo ao meu próximo destino… As famosas costas cinzentas de Iserlnort. Esse foi um grande teste para mim; embora outrora já tivesse visitado, o ambiente ainda era bem diferente do que eu estava acostumado, meio difícil de respirar… Meu amigo patrulheiro me ajudou com vários obstáculos pelo caminho, mas nos períodos em que ele estava ausente, eu sofria bastante com ataques e emboscadas da Legião nas minhas incursões. Depois de bastante esforço, finalizei as atividades da liga, conquistei a Torre de Berengar e o Labirinto Astral. Sinto um frio na espinha só de lembrar do labirinto.    2.5- OS PÂNTANOS Saí de Iserlnort rumo aos Pântanos de Northland. Bom, sobre os pântanos: até hoje tenho pesadelos com aqueles portais. Quantas vezes esgotei minha magia andando por aqueles intermináveis pântanos! Mas batalhar com aquela Hidra compensou todo o sofrimento.   3- FORMOSA IVONDIL Finalmente cheguei a Ivondil, e que lugar encantador… Parecia que tudo tinha vida, eu conseguia sentir vibrações mágicas no ar, e respirar ali era extremamente prazeroso; só de estar ali entre aquelas majestosas árvores e imponentes pirâmides, eu já sentia meu objetivo mais próximo… Mas algo me impediu de continuar: meu amigo — e, naquela época, o único — partiu em uma longa missão. Algumas semanas depois, eu fiquei estagnado… não pela sua partida, mas pela minha própria incompetência e arrogância, algo que só percebi mais tarde… Toda essa situação me fez duvidar do meu sonho; fiquei um bom tempo sem nenhum progresso, todas as minhas tentativas de avançar falharam… Então, meses depois, nesta mesma época do ano recebi uma carta: meu amigo estava voltando e trazendo boas novas… Um grande evento se aproximava e, nesse evento, eu poderia me fortalecer bastante e superar todas as masmorras das terras baixas de Ivondil… Ao ler isso, meu semblante mudou; eu rapidamente me reergui e treinei para esperar sua chegada. No dia marcado, eu estava no porto da Doca Azul esperando… Uma surpresa: ele trouxe um casal de guerreiros para nos ajudar, Toko e Pitoco, me chamaram para sua guilda “Duff” e juntos finalmente desbravamos todos os confins das terras baixas de Ivondil — Jardim, Cupinzeiro e Árvore das Estações, que me assombraram por tanto tempo, agora eram só uma lembrança… Eu poderia seguir em frente com a cabeça erguida. Agradeci bastante aos meus novos amigos por sua ajuda; eles partiram então em sua própria jornada, retornando uma vez ou outra.   4- A SAGA EM PELION  Rumo ao norte, encontramos os Baloeiros que nos levaram a Pelion, a imponente cidade na ilha flutuante. Contemplar o céu nas ilhas flutuantes é indescritível, dá até medo olhar lá de cima. Iniciamos, então, as tarefas dos nativos de Pelion para poder acessar a masmorra local, pois infelizmente, durante o evento, não consegui conquistar essa masmorra, a famosa Tecnópolis — um paraíso misterioso, lar de criaturas mecânicas centenárias e recanto de grandes mistérios de Arinar. Ao explorar a ilha e completar a tarefa dos faunos, consegui conhecer a diversidade deste local, lutei contra vários monstros fortes… Mas servir de isca viva para cair na porradaria com aqueles robôs, eu confesso, foi um pouco assustador. Fui derrotado várias vezes. Bom… essa parte demorou bastante: ser reconhecido como digno pelos faunos. Eles eram bem temperamentais no começo, tanto que já fui espancado diversas vezes na cidade pelos guardas só por esbarrar. Meus amigos tiveram que viajar novamente, mas desta vez eu já estava bem mais forte e consegui formar diversas equipes para as aventuras em Pelion, paralelamente completando tarefas para os Sombrios de Marakosh… Eu já conseguia até enfrentar certas criaturas sozinho. O Grande Assolador de Vapor me presenteava com ótimas batalhas; as aranhas mecânicas eram o terror do meu amigo patrulheiro, mas ele disfarçava bem em batalha. A criatura que eu mais achava fascinante era o Avanor Chifre de Aço; batalhar com ele enquanto ouvia aquele relinchar mecânico misturado com engrenagens batendo e vapor escaldante energizava minha alma, e aquela crina cintilante… Nunca consegui coletar uma boa amostra; sempre quando ele caía, todo o brilho e essência se esvaíam junto. Tenho certeza de que daria um ótimo colar ou pulseira, realmente uma pena. Agora falando sobre assustador, a tarefa de caçar aquele pássaro mecânico… me amedrontava só em ouvir o Halkeus me instruindo sobre o trabalho. Além da dificuldade de caçá-lo por toda Pelion sem saber ao certo onde encontrar, ainda tinha o perigo dos legionários atrapalharem a batalha e roubarem os espólios; além disso, a batalha era extremamente árdua. A tecnologia daquele Pteriks é coisa de outro mundo; perdi a conta de quantas vezes ele me derrubou…  Por fim, ao completar as tarefas e ter fama suficiente para desbravar a masmorra, consegui completar com muita dificuldade todos os andares, com ajuda de alguns amigos que fiz no caminho… O que mais me marcou na Tecnópolis foi o andar do Nomarca do terceiro nível, pois em certo momento me descuidei e não ouvi as instruções do líder da equipe. Saltei para a arena sem querer e, em poucos segundos, fui cercado por pequenos robôs, para os quais servi de lanche. Foi um verdadeiro massacre. Naquele dia, eu jurei que ficaria forte o suficiente para me lançar naquela arena e despedaçar cada mísero robô que ali residia. Após a conquista total da masmorra, continuei fazendo semana após semana as tarefas dos faunos e dos sombrios… Até já estava vencendo alguns embates contra os legionários…    4.1- SAUDOSO GOODATTACK  Nessas andanças conheci muitos amigos. Certo dia, conheci um dançarino das lâminas muito legal enquanto formava equipe para as tarefas em Pelion, ele pediu ajuda. Seu nome era Goodattack, mas também atendia por Goodspeed. Começamos uma boa amizade; ele sempre me mandava uma carta quando precisava de ajuda em alguma missão. Ríamos muito em meio às batalhas e, vez ou outra, finalizamos tomando um bom vinho na taberna mais próxima, até que certo dia ele me mandou uma carta de felicitações de ano novo. Mal sabia eu que aquela seria a última correspondência que receberia dele. Alguns dias depois, um amigo em comum me contatou informando que ele havia sofrido um grave acidente e, infelizmente, falecido. Eu fiquei bastante triste, pois perdi um grande companheiro e amigo de aventuras, o que me fez refletir sobre o quanto a vida é frágil, valiosa e, principalmente, rápida… Aproveitamos e nos divertimos bastante no pouco tempo juntos… Pretendo pedir ao estalajadeiro da nossa taberna preferida em Pelion para pendurar na parede, em sua homenagem, as lâminas que ele usava em batalha.       5- LOW AMP EM BERENGAR Em uma das vindas do meu amigo patrulheiro, ele me chamou para nos aventurarmos na masmorra da Torre de Berengar, em Iserlnort, pois naquela semana específica várias recompensas estavam disponíveis… Chegando lá, estava bem movimentado… Começamos a formar uma equipe para explorar o andar mais difícil da masmorra, então um certo aventureiro resolveu entrar na equipe a convite do meu amigo. Assim que ele bateu o olho em mim, falou para meu amigo me remover da equipe, pois eu era, segundo as palavras dele, “low amp”. Eu não entendia aquela linguagem, mas meu amigo estava furioso, então supus que era algo bem ruim. Ele, então, fez um certo gesto para o aventureiro e o expulsou da equipe. Explicou-me que o aventureiro me ofendeu por conta dos meus equipamentos de baixo orçamento, me falou também que ninguém que ofende seus amigos merecia estar em sua equipe… Meu amigo falou para não me preocupar, pois um dia eu seria um grande mago. Logo em seguida, encontramos os membros restantes e nos divertimos bastante na masmorra (mesmo sem pegar nada valioso), aliás que chefe majestoso do andar mítico.    6- AVENTURAS NO CEMITÉRIO DOS NAVIOS Parti para Porto do Albatroz na Sea, a famosa T5. Lá foi sofrimento, pois fazer missões embaixo d'água era extremamente cansativo e lento, além disso eu não tinha tanto fôlego quanto os outros, mas mesmo assim segui adiante visando um dia conquistar a masmorra Toca dos Vagabundos do Mar, considerada até então uma das masmorras mais difíceis daquela área — pelo menos até a chegada do Templo dos Homens-peixe meses depois…  Voltando à rotina normal em Pelion, conciliando com Marakosh e Porto do Albatroz… Alguns amigos me aconselharam a trocar de guilda se eu quisesse realmente evoluir, conseguir equipamentos melhores e alcançar um novo patamar. Um deles citou uma guilda chamada DUCK, que outrora se chamou Veterans. Entramos em contato, então, com os responsáveis pela guilda. Meus amigos logo foram oficializados membros, mas os líderes ficaram relutantes em me colocar pois eu não estava no padrão da guilda. Mesmo assim, com a insistência dos meus amigos, consegui uma vaga. Eu nunca tinha participado de eventos de guilda, então estava nervoso, mas ocorreu tudo bem. Dia após dia fazíamos os eventos; aquele navio assombrado realmente me assustava e a longa caminhada na gruta era bem cansativa. Diversas vezes eu fui derrubado e tinha que voltar ao local e concluir os eventos… Após longos e sofridos meses, consegui novos equipamentos: para mergulho, para confrontos contra outros aventureiros e equipamento normal de missões… Eles estavam certos: eu realmente evoluí depois dessa oportunidade. Finalmente tinha alcançado o padrão base da guilda. Consegui fazer diversas amizades na guilda, inclusive com os líderes; eles eram bem atenciosos e pacientes no meu período de aprendizado. Sempre ajudei bastante na organização dos eventos, então, certo dia, eles decidiram subir minha patente e me colocar na direção dos eventos. Era uma grande responsabilidade, mas eu estava pronto. Liderei com maestria a nossa grande guilda por inúmeras vitórias e vi outros se superarem e alcançarem seus objetivos… Esse meu esforço à frente da guilda me rendeu, além do grande apreço dos líderes, o respeito dos membros.  Certo dia, enquanto participávamos do evento de primavera na Ilha Bem-aventurada, meu líder, Sr. Hopsin, disse-me as seguintes palavras: “Você precisa ser mais forte para liderar a guilda com a gente”. Eu já estava bastante poderoso, sendo capaz de bater sozinho em qualquer chefe na região de Ivondil, mas isso não foi uma bronca ou ultimato, e sim um prelúdio. Ele me estendeu a mão com dois presentes… Eram dois itens; meus olhos brilharam e confesso que as lágrimas escorreram sozinhas. Era um conjunto de duas peças do Sinal Sagrado, muito raro e caro; além disso, emanava uma aura poderosa, pois estavam totalmente encantadas e amplificadas… Inclusive, era um dos meus objetivos para os próximos anos… Ele disse que era um presente pelo meu empenho na guilda. Ao utilizar os equipamentos e acender a aura do conjunto, as chamas azuis incendeiam não só o chão, mas também meu coração. Agora eu estava realmente em outro patamar, um passo mais perto de me tornar o grande mago que eu almejava. Depois de obter tal poder, aventurei-me sem parar na masmorra da ilha, conseguindo despedaçar meus inimigos com uma facilidade que eu nunca imaginei, além de ganhar grandes recompensas, que aliviaram meus bolsos cansados — a tal liberdade financeira que eu buscava.          7- MISTERIOSA ALMAHAD Certo dia, recebi uma carta avisando que logo as Terras de Almahad estariam ao alcance. Muitos aventureiros aguardavam ansiosamente para explorar o lugar e descobrir os segredos enterrados sob as areias, no dia marcado, partimos. As terras eram perigosas: monstros brotavam da areia e até os mais poderosos guerreiros estremeciam. Isso piorava quando chegávamos ao deserto das Areias Douradas, onde criaturas asquerosas espreitavam. Mas, com todo esse perigo, as recompensas eram equivalentes, com grandes tesouros escondidos nas tumbas e postos. Eu andava com muita dificuldade, mas ajudei nas tarefas do local e, depois de um longo ano, finalmente conquistei todos os andares do Templo. Que masmorra tenebrosa! Ainda não sei de onde saem tantos insetos.   8- VELHA PROMESSA Depois de tantas dificuldades, eu estava finalmente onde sempre almejei: conhecido, respeitado, cercado de grandes amigos e, o melhor, com os bolsos cheios. Mas algo ainda me incomodava, um velho e tosco objetivo; sim, escondido nas profundezas da Tecnópolis, os pequenos robôs que um dia me humilharam. Por um tempo eu esqueci dessa promessa, mas agora que estava lembrando, parti rumo à torre e finalmente, depois de anos, retornei para o tão aguardado reencontro. Saltei na plataforma rumo à arena e os mecanismos automaticamente se ativaram. Dezenas daquelas criaturinhas asquerosas me cercavam; vacilei um instante, pois ainda estava na memória aquele incidente, mas voltei à tona em seguida. Então, acendi minhas chamas e iniciei um grande massacre. Eu podia ver em câmera lenta meus meteoros despedaçando aqueles seres; minha aura incandescente não permitia que eles se mantivessem muito tempo à minha volta, carbonizando rapidamente suas carcaças enferrujadas. Foi um belíssimo dia… Finalmente, voltei à taberna, pedi aquele mesmo vinho de sempre e brindei em memória do meu grande amigo. Depois disso, finalmente tive uma ótima noite de sono, pensando: o que mais o destino me reserva nessas terras misteriosas.     
    • Кажется, речь о вот этой программе:  
    • Коротко о том, что нужно знать, прежде чем вступать в диалог с этим очень компетентным и разбирающимся человеком:          
    • Чисто храмы и вары  
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