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Новые ответы
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Лучший - Маг. Универсален, полезен в любом контенте, интересен в геймплее
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Senhor, me impressiona a coragem do povo de se inscrever usando arte gerada por inteligência artificial ignorando completamente as regras do concurso
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Irônico, parece muito feito por inteligência artificial. Deve ter sido bem trabalhoso mesmo
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By Brenner Andrade · Posted
A Lenda de Megatom, o Olhar da Ruína O Primeiro Humano a se tornar um Boss de Raid em Arinar Muito antes das guerras entre Sentinela e Legião, quando Arinar ainda era selvagem e a magia escapava do solo como feridas abertas no mundo… existiu um homem chamado Megatom. Ele não era herói. Não era escolhido. Não carregava sangue nobre. Era apenas um mercenário humano, forte o suficiente para sobreviver… e imprudente o bastante para aceitar qualquer contrato. Seu último trabalho foi simples: Explorar ruínas antigas ao norte de Irselnort. Recuperar artefatos. Eliminar qualquer criatura hostil. Ele entrou. Mas nunca saiu… como homem. O que ele encontrou Sob as ruínas havia um templo mais antigo que os próprios reinos. Nenhuma bandeira. Nenhuma inscrição conhecida. Apenas pedra… e silêncio. No centro, existia uma entidade adormecida — algo que não parecia vivo, nem morto. Os textos arcanos depois traduzidos a chamavam de: A Mãe das Serpentes. Seus companheiros fugiram tomados pelo pavor. Megatom ficou. Alguns dizem que por arrogância. Outros, por curiosidade. Mas todos concordam em uma coisa: Ele encostou na relíquia. E a relíquia respondeu. A Transformação Dias depois, começaram os relatos. Caçadores virando pedra no meio da corrida. Patrulhas encontradas estáticas, olhos abertos, presas no tempo. Animais petrificados como esculturas. Então ele reapareceu. Megatom. Ou o que restava dele. Seu corpo havia crescido grotescamente, músculos densos como rocha viva. A pele tornou-se áspera, quase mineral. De sua cabeça surgiram serpentes negras, se movendo como extensões de sua própria mente. Seus olhos brilhavam em vermelho profundo. E quem sustentasse seu olhar… …parava. Primeiro os dedos endureciam. Depois as pernas. Então o peito. Até que restava apenas pedra. Não era magia. Era maldição primordial. Algo que o próprio mundo rejeitava. O Primeiro Boss de Arinar Guildas tentaram abatê-lo. Nenhuma voltou inteira. Magos da Sentinela registraram um fenômeno impossível: Megatom não era mais classificado como humano pela energia vital de Arinar. Ele não era criatura comum. Não era demônio. Não era morto-vivo. O próprio mundo o registrou como: Chefe de Raid. O primeiro da história. Antes dele, existiam monstros. Depois dele… existiu medo. O medo entre os próprios chefes Relatos estranhos começaram a surgir. Dragões mudando rotas. Aberrações fugindo de territórios próximos. Chefes antigos abandonando covis. Como se reconhecessem algo superior. Algo pior. Xamãs sussurram: “Outros chefes matam por instinto. Megatom mata por consciência. Ele ainda se lembra de ter sido humano.” E talvez seja isso que os apavore. Ele entende o medo. E usa isso. Presente Hoje, seu domínio é chamado de: Vale das Estátuas Centenas de corpos petrificados cercam as ruínas. Guerreiros. Magos. Monstros. Todos congelados no último instante. Dizem que, quando a névoa desce, é possível ouvir serpentes rastejando pela pedra… seguido de passos pesados. E dois pontos vermelhos surgindo no escuro. Se você o vir… Já é tarde demais. 🩸 Megatom — O Olhar da Ruína Tipo: Raid Boss Lendário Raça: Ex-Humano Título: O Primeiro Ameaça: Extrema Aviso das guildas: “Não lute sozinho. Não separe o grupo. E acima de tudo… não olhe nos olhos dele.” -
De onde venho... as montanhas de gelo tocam as estrelas e o vento sussurra os antigos segredos de Arinar. Fui um mero pinguim entre muitos, pescando e observando as auroras dançarem no céu, sem saber que meu destino estava entrelaçado com o rugido da guerra que dilacera os continentes. Mas então, a escuridão chegou às nossas praias. Não era a escuridão da noite polar, e sim a sombra de Garahan, que se estendia das profundezas de Ayvondil, enviando suas abominações para corromper até a mais pura das águas. Vi meus irmãos caírem, e a desesperança gelou o coração de todos. Menos o meu. Foi ali, sob a luz moribunda de um sol de inverno, que encontrei a relíquia. Não era uma arma, nem uma armadura, mas uma lança rachada, um fragmento do poder esquecido de Harad, pulsando com uma energia que me consumiu e me reacendeu. Senti o chamado, o peso de um propósito que transcendia minha pequena existência. Deixei para trás o familiar, o conforto do meu iglu, e parti. Minhas patas, antes acostumadas apenas ao gelo e à neve, agora trilham as terras áridas de Irselnort, os pântanos fétidos e as ruínas que sussurram histórias de tragédia e glória. Encontrei os Sentinelas, os últimos baluartes da luz, e me juntei a eles, vestindo o manto de um Templário uma promessa forjada em fé e aço contra a Legião. Sou pequeno? Sim. Mas cada passo nesta jornada é uma oração, cada golpe do meu escudo uma súplica por Arinar. O futuro do nosso mundo é uma balança, e eu, Darian, um humilde pinguim, carrego o peso de Harad em meus ombros. Que os deuses antigos de Arinar me deem força, pois a batalha final ainda está por vir, e eu serei a muralha que os servos do Caos jamais conseguirão quebrar. Link da imagem: https://www.canva.com/design/DAHALVG5tAc/tKnyHt6XGYSjReahmmVfjw/edit?utm_content=DAHALVG5tAc&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=sharebutton
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