June 21Jun 21 Durante minhas aventuras em outro reino (outro jogo) , conheci uma druida incrível. Ela já havia percorrido as terras de Arinar, mas naquele momento explorava novos mundos. Quando finalmente descobrimos tudo o que aquele reino tinha a oferecer, ela me fez um convite que mudaria minha história: conhecer as maravilhas de Melvendil. Ela falava daquela terra com tanto entusiasmo que era impossível não ficar curioso. Contava sobre um dragão colossal chamado Kronus, ilhas flutuantes que pareciam desafiar os céus e cidades submersas que escondiam valiosos tesouros. Convencido por suas histórias, decidi partir para Arinar junto a ela. Seguindo sua recomendação, tornei-me um Blade Dancer (dançarino das lâminas). Desde os meus primeiros passos, ela esteve ao meu lado, ajudando nas missões, ensinando os segredos daquele mundo e tornando cada descoberta ainda mais especial. MELVENDIL: Ao chegar às terras de Arinar, minha adaptação foi muito mais fácil do que eu imaginava. Afinal, eu tinha ao meu lado aquela druida misteriosa, que me guiava por cada novo desafio e tornava tudo menos dificil para um aventureiro novato. Naquela época, escolhi usar o mesmo nome que carregava em meu reino anterior, Maxgamerrj. Eu ainda não sabia, mas no futuro esse nome mudaria, assim como muitas outras coisas em minha jornada. Quando chegou a hora de escolher minha classe, a druida não hesitou em me recomendar o Blade Dancer. Seu argumento era irresistível, ela dizia que a classe conseguia aguentar bem os golpes dos inimigos e causar um grande dano ao mesmo tempo. Então eu aceitei sem pensar duas vezes. Mas aqui vai um pequeno spoiler da minha história: por um bom tempo, eu me arrependeria dessa decisão. IRSELNORT: Quando finalmente cheguei a Irselnort, percebi que a aventura estava apenas começando. Até então, eu acreditava que já tinha enfrentado desafios suficientes, mas aquela ilha tratou de me mostrar o contrário. Sempre gostei de explorar por conta própria, porém em Irselnort isso era praticamente impossível. Havia inimigos por todos os lados, prontos para finalizar meus lacaios e a mim. Mais de uma vez fui derrotado sem dó nem piedade enquanto tentava descobrir novos caminhos sozinho. Foi nessa fase que minha dependência da druida aumentou consideravelmente. Ela não era apenas minha companheira de viagem, muitas vezes era a diferença entre avançar na jornada ou voltar derrotado para a estatua de renascimento. Algumas missões ficaram marcadas para sempre na minha memória, e nem sempre por bons motivos. As famosas Sombras de Berengar testaram minha paciência inúmeras vezes. Foi também em Irselnort que o Labirinto Astral entrou para a minha rotina. Depois das 19 horas, era quase certo que eu estaria por lá, enfrentando perigos ao lado de outros aventureiros em busca de XP. Olhando para trás, percebo que investi incontáveis horas naquele lugar, mas não me arrependo. AYVONDIL: Quando cheguei a Ayvondil entrei para minha primeira guilda. Foi também nesse momento que comecei a perceber que talvez escolher ser BD não tivesse sido a decisão mais inteligente. A classe não era muito valorizada no conteúdo competitivo, e as guildas costumavam priorizar personagens que pudessem contribuir mais nesses eventos. Somando isso ao fato de eu ainda ser um aventureiro de nível baixo, encontrar uma guilda que me aceitasse não foi tarefa fácil. Em alguns momentos, parecia que eu precisava implorar por uma oportunidade para provar meu valor. Apesar disso, Ayvondil acabou sendo uma das fases mais tranquilas da minha jornada. Diferente de Irselnort, eu já não encontrava tantos inimigos prontos para me eliminar a cada esquina. Grande parte do tempo era dedicada a explorar novas áreas e completar missões. E, como sempre, a druida permanecia ao meu lado. Sua ajuda constante transformava desafios difíceis em obstáculos superáveis, e graças a ela minha progressão foi muito mais rápida e agradável. Antes que eu percebesse, já havia alcançado a última ilha de Ayvondil, pronto para descobrir o que Arinar ainda reservava para mim. CEMITERIO DE NAVIOS: Entre todas as regiões de Ayvondil, uma das que mais me marcou foi o Cemitério de Navios. Aquele lugar parecia pertencer a outro mundo. Pela primeira vez, encontrei uma área onde a água não era apenas parte do cenário, mas uma mecânica importante da exploração. Era preciso mergulhas naquelas águas profundas se movendo lentamente. Em alguns momentos, a imersão era tão grande que era até possível se afogar naquelas águas. Foi também nessa época que tomei uma decisão importante para minha identidade em Arinar. Até então, eu ainda utilizava o nome que havia trazido do meu reino anterior, Maxgamerrj. Apesar do apego, ele parecia genérico e longo demais. Então resolvi adotar um novo nome, mais simples e marcante, Maxyh. Sem saber, eu estava criando o nome que me acompanharia por todos os anos seguintes de aventura. O Cemitério de Navios também me proporcionou encontros inesquecíveis. Foi lá que conheci um Blade Dancer chamado Bestbd. Ele era uma verdadeira lenda. Seu nome era conhecido por muitos jogadores, e ouvir suas histórias ou simplesmente conversar com ele era sempre algo divertido. Mas talvez a maior descoberta daquela fase tenham sido os famosos eventos de guilda contra guilda. Pela primeira vez participei dos GvGs, cercado por centenas de jogadores lutando ao mesmo tempo. O caos das batalhas, a estratégia das guildas e a emoção de disputar objetivos em grupo me conquistaram imediatamente. Entre todos eles, o GvG Caos ocupou um lugar especial na minha memória. Embora o evento não exista mais hoje em dia, foi nele que consegui um traje valioso (kutulu) que vendi por uma grande quantia de ouro. O lucro daquela venda acelerou significativamente minha evolução dentro do jogo e me ajudou a conquistar objetivos que pareciam distantes. Talvez por isso eu guarde tanto carinho por aquele evento, além da diversão, ele representou um dos momentos que mais impulsionaram minha jornada em Arinar. A MISTERIOSA DRUIDA: Acho que já está na hora de revelar quem era essa misteriosa druida que apareceu tantas vezes durante a minha jornada. Como vocês sabem, eu não a conheci em Arinar. Nosso encontro aconteceu em outro reino, muito antes de eu colocar os pés em Melvendil. O que começou como uma simples amizade entre dois jogadores acabou se transformando em algo muito maior. Conversa após conversa, aventura após aventura, nos aproximamos cada vez mais, até que começamos um relacionamento. A druida que me apresentou o Warspear Online se chamava Anymary. Desde o meu primeiro dia em Arinar, ela esteve ao meu lado. Foi ela quem me ensinou as mecânicas do jogo, me ajudou nas missões mais difíceis, me acompanhou nas derrotas e comemorou comigo cada conquista. Quando eu pensava em desistir ou questionava minhas escolhas, era ela quem me incentivava a continuar. E isso aconteceu muitas vezes com meu BD. Durante boa parte da minha jornada, eu acreditava ter escolhido a classe errada. Via outras classes sendo mais requisitadas, encontrando grupos com mais facilidade e recebendo mais reconhecimento. Mas a Any me mostrou algo que eu ainda não conseguia enxergar, cada classe tem seus pontos fortes, e o verdadeiro potencial de um personagem aparece quando aprendemos a dominar ele. Foi graças a ela que aprendi a admirar e amar meu Blade Dancer. Enquanto muitos jogadores buscavam apenas equipamentos mais fortes, nós encontrávamos diversão principalmente nas arenas e nos GvGs. Como Blade Dancer e Druida, formávamos uma dupla que exigia coordenação, estratégia e confiança. Muitas vezes enfrentávamos adversários com equipamentos muito superiores aos nossos, mas ainda assim conseguíamos competir de igual para igual. Não era apenas questão de atributos ou equipamentos. Era habilidade e acima de tudo, a sinergia que construímos lutando juntos durante tantos anos. Hoje, olhando para trás, percebo que a melhor recompensa que encontrei no Warspear Online não foi um traje raro, um item quebrado ou uma grande quantidade de ouro. Foi encontrar alguém para compartilhar toda essa jornada. Aquela druida que um dia me convidou para conhecer as maravilhas de Arinar não é apenas uma companheira de aventuras. Ela se tornou minha parceira, e atualmente dividimos não apenas batalhas em Arinar, mas também nossa vida fora do jogo. Spoiler desenho que ela fez de nós dois:
June 22Jun 22 que lindo foi um sufoco te fazer amar ser bd, no começo foi espinhos mas agora tudo são flores, linda historia pera... isso foi uma declaração? gostei da "druida misteriosa"
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