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[2015.20.07] Momentos históricos: Crônicas de Warspear Online. Capítulo V


Peter_Munk
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Um evento divisor de águas aconteceu em Arinar. Quando os Sentinelas e a Legião angariaram poder suficiente, eles navegaram até a costa de Ayvondil. Lá, eles descobriram que a Floresta Eterna ainda tinha vida! Elfos Negros, os descendentes dos Primogênitos, reconstruíram a capital Malíata e estabeleceram-se no centro da ilha. Para ganhar a confiança dos novos habitantes de Malíata, os heróis lutaram contra os servos das trevas que saíram do Jardim Corrompido. Ao mesmo tempo, eles descobriram a história de Adven-Tar: um Druida que cometeu traições há cinco séculos, durante a Guerra da Lança. Por causa de um amor não correspondido pela Rainha de Valaria, ele traiu seu povo e condenou os elfos à derrota. Desde então, Adven-Tar sempre teve uma ligação com o destino de Ayvondil (4.0.0 “Mistérios de Ayvondil”).

Nadir Sard ficou vazia quando os veteranos das duas alianças viajaram para Ayvondil. Buscando a volta dos antigos clientes, os mercadores da Liga Sem-correntes construíram o magnífico Coliseu dos Campeões, em memória ao antigo coliseu. O coliseu anterior fora construído por Orin, muito antes de ele se transformar no Rei Amaldiçoado. Somente as Guildas mais poderosas podiam registrar seus membros para o combate contra monstros e gladiadores no novo Coliseu (4.1.0).

Os heróis das duas alianças continuaram a explorar Ayvondil. Seguindo os passos do traidor Adven-Tar, eles encontraram a terra dos homens-lagarto, também conhecidos como Tlalocs. Eles praticavam sacrifícios aos Deuses, nos topos de suas pirâmides, e tinham a sabedoria dos caçadores, herboristas e astrônomos. Aventureiros ajudaram os Tlalocs na batalha contra a misteriosa tribo subterrânea dos Cupins. Ao resolver o mistério dos dois líderes dos Tlalocs e seus votos inconsequentes, os aventureiros conseguiram descobrir onde Adven-Tar escondera a Tabuleta da paz eterna que salvou a vida dele. Era uma relíquia tanto de Elfos quanto de Humanos. A Tabuleta, feita de ouro e prata, revelaria seus segredos novamente... (4.2.0).

Depois das festividades da Noite Mediana, todos esperavam o Dia da Criação do mundo, mas ele não aconteceu. A Fronteira da neve estava vazia e o Ancião Branco havia sido sequestrado por sua antítese demoníaca: Sandro Perverso. Para libertar o Ancião, que estava preso no palácio de Sandro, os heróis de Arinar precisaram derrotar diversos inimigos até alcançar a Forja dos Deuses de Orin. (4.6.0 “Triunfo de Sandro Perverso").

Com o fim das festividades, as alianças retomaram a guerra e novatos se juntaram aos frontes. Comandantes da Legião e dos Sentinelas perceberam que as regras da guerra haviam mudado: Agora era tão importante tomar as terras e os recursos dos inimigos quanto era derrotá-los. Irselnort foi completamente atingida, assolada pela maior quantidade de batalhas desde a primeira Guerra da Lança. (4.7.0 “O Nascimento da tempestade").

No entanto, as pessoas de Arinar estavam cansadas da guerra e decidiram homenagear o Rei Primavera. Era para ser um período de felicidade entre o inverno e a primavera, mas quando o Rei apareceu, ele estava triste e preocupado. A Rainha do gelo havia sequestrado as Damas da primavera, filhas do Rei. Os heróis deveriam buscar as Damas perdidas. A primavera não começaria até que elas voltassem. (4.8.0 “A homenagem ao Rei Primavera").

No verão, misteriosas pedras brancas caíram dos céus novamente. Sábios alertaram que era um sinal de que mananciais estavam surgindo nos Rios do tempo. Nessas nascentes, o tempo fluía ao contrário. Era uma situação incompreensível: o pêndulo balançava na direção oposta. As Pedras brancas eram portais que permitiam viajar no tempo. Centenas de corajosos aventureiros voltaram para as Festas da Noite Mediana e para o Dia da Criação do mundo para combater Sandro Perverso e Sam Hain novamente. Aqueles que queriam descobrir mais sobre os mistérios do passado viajaram centenas de anos e viram Orin antes que ele se tornasse o Rei Amaldiçoado. O Olho de Elam, um artefato que pertenceu a Berengar, chamou a atenção do Deus maligno Garaan. 

No entanto, o poder do Olho ajudou as tropas de Orin a conquistarem a Antiga Malíata, a capital de Ayvondil no início da era da Guerra da Lança. Orin deu o Olho a Maradishu, o capitão dos mortos-vivos, para ajudá-lo a pegar uma relíquia élfica chamada Clepsidra de Gaia. A Rainha de Valaria, portadora da Clepsidra, desapareceu durante a batalha. Bem como o esquadrão que Maradishu enviou para capturar o artefato. Ninguém sabe o que aconteceu ao Olho de Elam e à Clepsidra de Gaia. Se esses artefatos forem encontrados, seriam cruciais para retirar o mundo das trevas que o ameaçam. E salvariam Arinar da destruição. Esse era o significado da mensagem encontrada nas pedras brancas (4.11.0 “Guerra dos Sete Anos”).

E então o sétimo ano da guerra chegou ao fim.

As crônicas do grande confronto entre os Guardiões e a Legião acabam agora, mas ainda não chegaram ao fim. Muito mais está por vir!

Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3

Capítulo 4

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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