Reputation Activity
-
SrLuh got a reaction from Maxyh in A Jornada de um Blade Dancer / Maxyh - tourmalineQUE COISA FOFA AAAA ❤️❤️
-
SrLuh got a reaction from Shimarin in [2026.06.26] Concurso de histórias: Sua Jornada em Arinar – Resultados -
SrLuh got a reaction from anymary in As aventuras de Anymary / Anymary - tourmalineEita, ficou muito bom
-
SrLuh reacted to Gr aquele la in Tudo que me marcou - Srluh/Br tourmalinekkkkkkk muito bom, luh
-
SrLuh got a reaction from Gr aquele la in Tudo que me marcou - Srluh/Br tourmalineTudo era incrível na visão de um novato.
Iniciei no Warspear com uma visão completamente diferente de hoje em dia, muito cativado pela historinha do jogo, que por vezes me surpreendia, principalmente no mapa dos Proscritos. Tinha vários personagens numa mesma conta e explorava bastante essa parte do jogo, mas o que me surpreendeu foi quando criei meu encantador, esse no qual foco meu esforço e jogo até hoje. Cheguei no mapa dos Proscritos e comecei minha jornada; queria ir devagar, lendo tudo como sempre fazia. Pensava em parar um pouco no nível 13 e comprar alguns itens para subir de nível com mais facilidade, comecei então lendo devagar todas as quests. Mas o que me fisgou de vez foi a profundidade de algumas quests do lado Proscrito. Lá, você não era um herói destinado, nem uma promessa para a Legião, nada disso: você era apenas um cara que foi reanimado e que deveria pagar sua dívida. Tudo começa por aí, com você sendo obrigado a servir ao Inominável e vendo todas as atrocidades que acontecem naquela terra literalmente amaldiçoada. Essa parte do jogo me surpreendeu e me fez apaixonar de vez por Arinar. Então, diferente da maioria, o que me encantou foi a complexidade de algumas partes da história e como as coisas iam se encaixando durante toda a jornada. Um jogador novato numa guilda com eventos.
Alguns anos atrás, eu estava no nível 20 do meu personagem depois de ter conseguido, com muito esforço, minha primeira habilidade nova da classe: a Ajuda do Caos (o "birdzinho" do encantador). Nesse mesmo dia, uma pessoa de quem não me recordo o nick me convidou para uma guilda; apenas convidou, sem chamar no chat, e eu fiquei sem entender, mas acabei aceitando. Estavam prestes a começar os eventos de Halloween, que eu também não fazia ideia de como funcionavam. Um dia se passou e, quando entrei no jogo, recebi uma mensagem: era o herdeiro da guilda em que me colocaram, chamando-me para ir ao mapa do Halloween e acompanhar a bandeira que estavam colocando no mapa. Eu fiz o que pediram e fui seguindo. Observando todo mundo ao meu redor, percebi que a guilda em que me puseram se tratava de uma guilda de pessoas dedicadas a deixar seus personagens parados temporariamente no nível 20. Aquele dia foi mágico. A gente fez eventos, matamos chefes do evento, coisas que não seriam possíveis se a guilda toda não estivesse junta. Foi aí que entendi que o jogo nunca foi feito para se jogar sozinho, pois tudo o que fizemos era geralmente feito com facilidade por guildas que tinham personagens no nível máximo, que na época era o 32. Novato fazendo sua primeira masmorra mítica
Fiz muitas amizades nessa guilda de lowzinhos. A gente era bastante unido, estávamos em todo evento por querer e vontade própria. Lembro que não tinha nenhuma call ou voz dando ordens, era tudo no cru e via texto de mensagem da guilda; muita coisa que a gente fazia tinha que ser certinha, senão falhava. Imagine só: vários personagens de nível 20 fazendo eventos que, naquela época, eram difíceis até para guildas de nível superior com personagens de nível superior. Com essas amizades que fiz nessa guilda, comecei a ter a confiança de todo mundo e entrei em um grupo fixo de farm. Fazíamos todos os dias o Coliseu; o objetivo era dropar aqueles equipamentos heróicos de nível 20. Nunca peguei um que servisse para a minha classe, mas vendi os que peguei e acabei comprando finalmente a habilidade nova que faltava. Aquela época foi mágica porque eu nunca tinha feito nenhuma "DG" mítica. Tudo era novo e desafiador, coisas que esfriaram até a chegada de alguns conteúdos novos anos à frente. Como um veterano se sentiu novamente um novato depois de muitos anos.
Me senti um jogador iniciante quando chegou Almahad e todas as atualizações desse mapa. As coisas eram difíceis, mas muito recompensadoras. Logo de cara, confesso que odiei o mapa: achei grande demais e muita coisa de cara não fazia sentido. Me senti completamente iniciante, parecia que voltei à estaca zero. Mas tudo bem, isso se tornou desafiador mais tarde. O que me fez gostar de Almahad foram as Catacumbas. Eu fiquei tão focado e fissurado por essa atualização que isso acabou gerando discussão na guilda de que eu fazia parte na época. Eram jogadores mais fortes crescendo os olhos com a própria ambição e jogadores mais fracos da guilda reclamando desses jogadores. Por um instante, parece que todos esqueceram que eram amigos e aquilo virou uma guerra (e o jogo nem tinha atualizado ainda). Fizemos grupos fechados, planejamos maneiras de farm para todos se darem bem, mas não, eles queriam tudo. Até que isso virou um meme dentro da nossa guilda: figurinhas começaram a aparecer e aquela confusão virou uma grande piada. Quando a atualização aconteceu de fato, nada foi como esperado, mas eu continuei indo sempre com as mesmas caras. Tentava sempre manter o mesmo grupo, com menções honrosas ao meu grupo atual, que se mantém indo até hoje. De tank, está o nosso querido DK (cavaleiro da morte) Grfoof; fala pouco na call, mas sempre faz as melhores piadas via chat do grupo. É o que mais tem fome dentro das catacumbas; já ficamos várias vezes até zerar o tempo porque ele queria matar mais alguns monstros extras. Em seguida, vem o nosso querido e raro charmer ( encantador)híbrido Srmar. Mesmo sendo híbrido, ainda causa muito dano e já salvou a vida da gente várias vezes usando seu Aferroamento (sim, quem usa essa skill? Falei que ele é raro!). Geralmente só usa o Aferroamento em casos extremos, mas faz a função de dano muito bem. Em seguida, o charmer (encantador) físico focado em dano bruto, o Drift; entrou no nosso grupo faltando muita coisa de Almahad, fala bastante na call, mas é o mais pessimista, e eu jogo lenha na fogueira porque gosto de ver o caos. Depois dele, vem o nosso pet, Jellybeans; é um hunter focado em ficar vivo e causar dano (ficar vivo porque morria por qualquer coisa), mas hoje em dia cumpre sua função de dano com louvor. A evolução dessa classe é incrível, está quase perdendo o apelido de "caçador morto". E tem eu, Srluh. Faço a função de suporte (ou tento). Quando eu não esqueço de curar, dá tudo certo. A verdade é que também sou raro no servidor BR: uso o ramo mágico do encantador, então cumpro a função de dano/suporte e até que funciona bem. É só eu não me deixar levar pelas piadas durante as calls e dá tudo certo. Um pouco das coisas que me marcaram - SrLuh Um beijo 💋 Feliz aniversário pro meu jogo favorito 🎂 -
SrLuh reacted to Ronaltt Gomes Bispo in Tudo que me marcou - Srluh/Br tourmalineIncrível!! Até às homenagem para os colegas de catacumba ❤️span widgespan widget
-
SrLuh reacted to Ladyn in Tudo que me marcou - Srluh/Br tourmalineMuito booooom
-
SrLuh got a reaction from YaraM in Tudo que me marcou - Srluh/Br tourmalineTudo era incrível na visão de um novato.
Iniciei no Warspear com uma visão completamente diferente de hoje em dia, muito cativado pela historinha do jogo, que por vezes me surpreendia, principalmente no mapa dos Proscritos. Tinha vários personagens numa mesma conta e explorava bastante essa parte do jogo, mas o que me surpreendeu foi quando criei meu encantador, esse no qual foco meu esforço e jogo até hoje. Cheguei no mapa dos Proscritos e comecei minha jornada; queria ir devagar, lendo tudo como sempre fazia. Pensava em parar um pouco no nível 13 e comprar alguns itens para subir de nível com mais facilidade, comecei então lendo devagar todas as quests. Mas o que me fisgou de vez foi a profundidade de algumas quests do lado Proscrito. Lá, você não era um herói destinado, nem uma promessa para a Legião, nada disso: você era apenas um cara que foi reanimado e que deveria pagar sua dívida. Tudo começa por aí, com você sendo obrigado a servir ao Inominável e vendo todas as atrocidades que acontecem naquela terra literalmente amaldiçoada. Essa parte do jogo me surpreendeu e me fez apaixonar de vez por Arinar. Então, diferente da maioria, o que me encantou foi a complexidade de algumas partes da história e como as coisas iam se encaixando durante toda a jornada. Um jogador novato numa guilda com eventos.
Alguns anos atrás, eu estava no nível 20 do meu personagem depois de ter conseguido, com muito esforço, minha primeira habilidade nova da classe: a Ajuda do Caos (o "birdzinho" do encantador). Nesse mesmo dia, uma pessoa de quem não me recordo o nick me convidou para uma guilda; apenas convidou, sem chamar no chat, e eu fiquei sem entender, mas acabei aceitando. Estavam prestes a começar os eventos de Halloween, que eu também não fazia ideia de como funcionavam. Um dia se passou e, quando entrei no jogo, recebi uma mensagem: era o herdeiro da guilda em que me colocaram, chamando-me para ir ao mapa do Halloween e acompanhar a bandeira que estavam colocando no mapa. Eu fiz o que pediram e fui seguindo. Observando todo mundo ao meu redor, percebi que a guilda em que me puseram se tratava de uma guilda de pessoas dedicadas a deixar seus personagens parados temporariamente no nível 20. Aquele dia foi mágico. A gente fez eventos, matamos chefes do evento, coisas que não seriam possíveis se a guilda toda não estivesse junta. Foi aí que entendi que o jogo nunca foi feito para se jogar sozinho, pois tudo o que fizemos era geralmente feito com facilidade por guildas que tinham personagens no nível máximo, que na época era o 32. Novato fazendo sua primeira masmorra mítica
Fiz muitas amizades nessa guilda de lowzinhos. A gente era bastante unido, estávamos em todo evento por querer e vontade própria. Lembro que não tinha nenhuma call ou voz dando ordens, era tudo no cru e via texto de mensagem da guilda; muita coisa que a gente fazia tinha que ser certinha, senão falhava. Imagine só: vários personagens de nível 20 fazendo eventos que, naquela época, eram difíceis até para guildas de nível superior com personagens de nível superior. Com essas amizades que fiz nessa guilda, comecei a ter a confiança de todo mundo e entrei em um grupo fixo de farm. Fazíamos todos os dias o Coliseu; o objetivo era dropar aqueles equipamentos heróicos de nível 20. Nunca peguei um que servisse para a minha classe, mas vendi os que peguei e acabei comprando finalmente a habilidade nova que faltava. Aquela época foi mágica porque eu nunca tinha feito nenhuma "DG" mítica. Tudo era novo e desafiador, coisas que esfriaram até a chegada de alguns conteúdos novos anos à frente. Como um veterano se sentiu novamente um novato depois de muitos anos.
Me senti um jogador iniciante quando chegou Almahad e todas as atualizações desse mapa. As coisas eram difíceis, mas muito recompensadoras. Logo de cara, confesso que odiei o mapa: achei grande demais e muita coisa de cara não fazia sentido. Me senti completamente iniciante, parecia que voltei à estaca zero. Mas tudo bem, isso se tornou desafiador mais tarde. O que me fez gostar de Almahad foram as Catacumbas. Eu fiquei tão focado e fissurado por essa atualização que isso acabou gerando discussão na guilda de que eu fazia parte na época. Eram jogadores mais fortes crescendo os olhos com a própria ambição e jogadores mais fracos da guilda reclamando desses jogadores. Por um instante, parece que todos esqueceram que eram amigos e aquilo virou uma guerra (e o jogo nem tinha atualizado ainda). Fizemos grupos fechados, planejamos maneiras de farm para todos se darem bem, mas não, eles queriam tudo. Até que isso virou um meme dentro da nossa guilda: figurinhas começaram a aparecer e aquela confusão virou uma grande piada. Quando a atualização aconteceu de fato, nada foi como esperado, mas eu continuei indo sempre com as mesmas caras. Tentava sempre manter o mesmo grupo, com menções honrosas ao meu grupo atual, que se mantém indo até hoje. De tank, está o nosso querido DK (cavaleiro da morte) Grfoof; fala pouco na call, mas sempre faz as melhores piadas via chat do grupo. É o que mais tem fome dentro das catacumbas; já ficamos várias vezes até zerar o tempo porque ele queria matar mais alguns monstros extras. Em seguida, vem o nosso querido e raro charmer ( encantador)híbrido Srmar. Mesmo sendo híbrido, ainda causa muito dano e já salvou a vida da gente várias vezes usando seu Aferroamento (sim, quem usa essa skill? Falei que ele é raro!). Geralmente só usa o Aferroamento em casos extremos, mas faz a função de dano muito bem. Em seguida, o charmer (encantador) físico focado em dano bruto, o Drift; entrou no nosso grupo faltando muita coisa de Almahad, fala bastante na call, mas é o mais pessimista, e eu jogo lenha na fogueira porque gosto de ver o caos. Depois dele, vem o nosso pet, Jellybeans; é um hunter focado em ficar vivo e causar dano (ficar vivo porque morria por qualquer coisa), mas hoje em dia cumpre sua função de dano com louvor. A evolução dessa classe é incrível, está quase perdendo o apelido de "caçador morto". E tem eu, Srluh. Faço a função de suporte (ou tento). Quando eu não esqueço de curar, dá tudo certo. A verdade é que também sou raro no servidor BR: uso o ramo mágico do encantador, então cumpro a função de dano/suporte e até que funciona bem. É só eu não me deixar levar pelas piadas durante as calls e dá tudo certo. Um pouco das coisas que me marcaram - SrLuh Um beijo 💋 Feliz aniversário pro meu jogo favorito 🎂 -
Essa é uma história das minhas primeiras vezes em alguns conteúdos do Warspear.
1. A Minha primeira vez fazendo amigos em uma guilda
E lá estava eu, um pequeno Cavaleiro da Morte de nível 13, no início do evento de primavera de 2020, em uma guilda ativa de nível 4 que só admitia jogadores do nível 20 para cima. Havia uma meta de pontos da guilda a ser atingida no final da semana, e a guilda participava de todos os eventos da Ilha da Primavera. Eu estava feliz por fazer parte de uma guilda tão ativa e também porque era a primeira guilda da qual eu participava.
Mas o final da semana chegou, e eu não havia conseguido atingir a meta de pontos da guilda. Mesmo participando de todos os eventos, fui expulso. No começo, fiquei com raiva e procurei vingança tentando entrar em uma guilda de nível 7. Que ingênuo... Um Cavaleiro da Morte de nível 13, com armaduras fracas e mal sabendo jogar, tentando entrar em uma guilda de nível 7.
Depois de algum tempo procurando uma guilda de nível 7, cansado de ser recusado e ignorado, um jogador veio até o meu chat privado e me ofereceu uma vaga em sua guilda. Era uma guilda de nível 3, mas eu já estava cansado de procurar, então aceitei. Ele foi minha primeira amizade no jogo.
Nessa guilda, ele me apresentou aos outros jogadores, e fui acolhido rapidamente. Foi a minha primeira família dentro do jogo. Permaneci lá por muito tempo. Eles me ensinaram a jogar, a entender a minha classe, deram-me equipamentos e armas.
Uma situação que fez a gente rir foi quando achei que poderia usar duas armas, uma em cada mão, igual a um Ladino. Fiquei triste por descobrir que não podia, mas também entendi que cada classe tinha suas limitações quanto ao uso de armas.
Eles me ensinaram a fazer Masmorras, ajudavam-me nas missões da Liga Sem Correntes, no Labirinto Astral e, muito mais tarde, nas missões do mapa de Ayvondil. Lá, também fiz amizades com jogadores que estavam no mesmo nível que eu, o que possibilitou que evoluíssemos juntos durante muito tempo.
Muitos membros dessa guilda pararam de jogar. Hoje, o que restam são muitas lembranças felizes e gratidão por terem me ensinado a jogar e por terem me mostrado que é melhor fazer parte de uma guilda que busca amizades e crescimento conjunto.
2. Minha primeira vez na Toca dos Vagabundos do Mar no nível mítico
Eu me lembro que, na época, eu era nível 32. Ainda não existiam braceletes nem o mapa de Almahad, e a gameplay era mais difícil do que é atualmente. Os membros do grupo me encorajaram e insistiram para que eu fosse com eles. Deram-me lacaios, poções e me ensinaram como fazer a masmorra.
Mesmo assim, eu não consegui completá-la. Lembro que morri umas três vezes. Duas delas aconteceram debaixo d'água: uma por dano e a outra por falta de oxigênio. A terceira vez foi no chefe final, pois eu também não aguentei o dano recebido.
Após isso, saí do grupo, mas um dos integrantes veio conversar comigo e me deu conselhos sobre farmes para que eu pudesse ficar mais forte e voltar a fazer a masmorra.
3. Minha primeira vez no Santuário dos Tritões
Minha primeira vez nessa masmorra foi uma experiência muito legal, mesmo que eu tenha morrido duas vezes.
Lembro que era por volta das 23h. O buff do evento já estava quase acabando quando o líder da guilda da qual eu fazia parte naquele momento me chamou. Eu não sabia se conseguiria aguentar o dano, mas, mesmo assim, fui.
Eles me deram um lacaio e poções para que eu pudesse me curar. Além disso, havia um xamã e um necromante no grupo comigo, me dando suporte. A primeira vez que morri foi no primeiro chefe, Baltemir. Ele já estava com pouca vida, e eu também, quando fui atingido por um atordoamento seguido de um ataque que me derrotou antes que eu pudesse usar uma poção para me curar.
Felizmente, um Elemental da Água me reviveu. Eu fiquei todo feliz, achando que a masmorra já tinha acabado. Então cliquei no baú e... boom! Fui teletransportado para outro lugar.
Quando fomos batalhar contra o Guarda do Rei, os Cães de Guardas me aplicaram tanta hidrofobia que eu morri novamente, mais uma vez sem conseguir usar uma poção. Dessa vez, foi o necromante que me reviveu.
Seguimos em frente e concluímos a masmorra. Não me lembro do que recebi como recompensa, mas sei que não era nada de grande valor. Mesmo assim, aquela primeira experiência foi muito emocionante.
4. Minha primeira vez no Templo do Deus Antigo de nível Mítico
Essa experiência foi muito mais recente. Eu ainda não tinha o ramo liberado, e minhas armaduras não eram tão fortes. Então, sim, eu morri duas vezes.
O jogo havia acabado de ser atualizado, adicionando as armaduras de nível 34 à masmorra, e já estávamos na última semana do passe. Fui para a masmorra com a esperança de conseguir uma peça da armadura para vender e, assim, comprar o Passe de Batalha que estava por vir.
No começo, tudo foi bem tranquilo. Eu até estava achando estranhamente fácil, levando em consideração que o meu herói ainda não estava muito desenvolvido. As coisas pioraram quando passamos da segunda fase do chefe e fomos para a sala separada, onde era necessário ativar o cristal para invocar e derrotar os monstros.
Foi aí que morri pela primeira vez. Um dos integrantes do grupo invocou todas as quatro ondas de monstros de uma só vez. Nos conseguimos derrotar vários deles, mas não antes de um dos monstros matar o meu lacaio e, logo em seguida, derrotar a mim e todos os outros que estavam na sala.
Usei um pergaminho de reviver dentro da masmorra e esperei todos se reunirem para tentarmos novamente. E foi exatamente o que fizemos. Dessa vez, conseguimos.
Seguimos até o chefe e chegamos à sua última fase. Quanto mais o atacávamos e menos vida ele tinha, mais monstros eram invocados. Ondas e mais ondas avançavam sobre nós. Quando o chefe estava com pouco menos de 2.000 pontos de vida, eu e mais um integrante do grupo morremos.
Felizmente, os outros três jogadores conseguiram finalizar o chefe sem maiores dificuldades. Como eu já estava sem pergaminhos de reviver, precisei retornar à estátua da cidade e voltar para a masmorra utilizando mais um Vigor do Explorador.
Quando finalmente entrei e abri o baú, recebi uma peça da armadura de nível 34. Pouco tempo depois, outro jogador veio até mim e me ofereceu exatamente a quantia de ouro que eu precisava para comprar o Passe de Batalha que estava por vir.
Foi uma experiência difícil e exigiu muitos recursos, mas, no final, valeu a pena.
5. Minha primeira vez recebendo um livro sem classes
Sinceramente, pensei muito se deveria incluir esta história, já que é muito difícil conseguir um livro em um baú ou em uma masmorra. E, de fato, é. Mas naquele dia eu tive muita, muita sorte. Na verdade, consegui dois livros no mesmo dia, através dos baús de eventos.
Era o 17º aniversário do Warspear. Eu havia participado de todos os eventos que concediam baús com a possibilidade de obter livros. Fui aos chefes do Mapa 2, como o Vingador, o Espectador e o Demonologista, além de participar da GvG que foi adicionada durante o aniversário.
Juntei todos os baús e esperei até a semana em que as chances de receber um livro ou traje eram dobradas. Eu sempre fazia isso em todos os eventos, guardando os baús para tentar a sorte no melhor momento possível. Quando a semana finalmente chegou, ainda esperei até o sábado para abri-los, aproveitando para acumular ainda mais baús ao longo daqueles dias.
Lá estava eu, naquela tarde de sábado, ansioso com todos aqueles baús na minha bolsa. Comecei abrindo os baús dos chefes. Havia cerca de quarenta deles, e eu não recebi sequer uma relíquia. Mesmo assim, continuei e comecei a abrir os baús da GvG.
Então, lá estava ele: o Livro de Robustez Melhorada.
Se não me engano, ainda faltavam treze baús para serem abertos. Eu pulei da cadeira de alegria. Meus olhos se encheram de lágrimas, e meu chat privado também ficou cheio de mensagens. Muitos amigos me parabenizaram. Eu estava extremamente feliz.
Cerca de cinco minutos depois, percebi que havia esquecido de abrir quatro baús que havia recebido pela classificação nas Raides de Guilda. Eu não tinha a menor esperança de conseguir algo neles.
Mas, no exato último baú, veio outro livro.
O Livro da Tenacidade Explosiva.
Dessa vez, eu fiquei em choque. Era um livro recém-adicionado ao jogo, um item capaz de mudar completamente a gameplay de qualquer personagem, muitos vieram no meu privado ainda mais surpresos de eu ter recebido 2 livros no mesmo dia, muitos me perguntaram qual seria o valor eu sem idéia sobre isso, um tempo depois eu o vendir. Graças a ele, hoje sou muito mais forte e consigo participar de muito mais conteúdos.
Esse conjunto de histórias sobre as minhas "primeiras vezes" é uma forma de mostrar aos jogadores que estão começando que a primeira experiência em algo quase sempre será difícil.
Você pode entrar em uma guilda apenas para passar o tempo e acabar fazendo amizades que o façam desejar que o tempo não passe. Pode conseguir fazer uma masmorra sem muitas dificuldades, mas desistir por medo de falhar. Ou, como aconteceu comigo, pode não conseguir completá-la e, ainda assim, encontrar um grupo disposto a tentar uma vez com você.
Essas experiências revelam se você tem ou não o potencial necessário para seguir em frente, mas, principalmente, mostram que ninguém evolui sozinho. Com paciência, dicas de jogadores mais experientes e os companheiros certos ao seu lado, você pode chegar muito longe.
Hoje, consigo fazer todas essas masmorras sem muito esforço. Já não preciso me preocupar com todo o suporte que citei anteriormente, pois consigo concluí-las até mesmo sem um suporte no grupo. Mas isso levou muito tempo para acontecer.
E, como mencionei antes, graças à paciência de guardar os baús dos eventos e esperar o momento certo para abri-los, tive a sorte de conseguir um livro que mudou completamente a minha gameplay.
Então, tenha paciência, rodeie-se de bons companheiros e farme bastante.
Feliz Aniversário Warspear, esse é o meu presente para você, espero que goste.
-
SrLuh got a reaction from Ogull in Nick: juro. Servidor: Br-Tourmaline -
SrLuh got a reaction from Nolan in Nick: juro. Servidor: Br-Tourmaline -
SrLuh got a reaction from Shade in [2018.06.21] Oferta "Novos heróis de Arinar"!Kk por um estante achei que vinha classes novas.. meu pão caiu aqui.. :v
-
SrLuh got a reaction from LUIZFRL in [2018.06.21] Oferta "Novos heróis de Arinar"!Kk por um estante achei que vinha classes novas.. meu pão caiu aqui.. :v
-
SrLuh got a reaction from Akasha in [2018.06.21] Oferta "Novos heróis de Arinar"!Kk por um estante achei que vinha classes novas.. meu pão caiu aqui.. :v